No Picture

Contra a imagem de marca

Há quem ache que pelo menos em certos casos – muitos, seguramente, na área do business-to-business – a imagem da marca não deve ser um efeito directo da comunicação de imagem, mas quase um efeito secundário da comunicação de vendas. E que esta deveria recorrer, mais do que à publicidade, a ferramentas mais mensuráveis, ainda que menos glamourosas – caso do marketing directo. Bill Fryer, no artigo abaixo, explica as razões.


Como é que eu sabia?

Como é que eu sabia?

A mais básica das técnicas de avaliação prévia de uma acção de comunicação é o “split test”. É simples: pega-se numa pequena parte do universo que se quer atingir e testam-se duas variantes da mensagem a enviar. Comparam-se os resultados. Se a amostra for significativa, a partir daí pode-se prever com bastante precisão o que vai acontecer com a audiência total. Pega-se então na variante que funcionou melhor e é essa que deve ser usada.


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O fim da internet?

Neste mundo da comunicação de marketing, recentemente não têm faltado anúncios bombásticas do fim da publicidade, das agências, da TV generalista, da imprensa escrita, do e-mail gratuito e por aí vai. E, como estas coisas andam cada vez mais rápido, parece que já chegou a altura de anunciar o fim da internet.



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Comunicação interna: uma terra de ninguém?

O que é que faz com que, em tantas empresas, a comunicação interna seja uma terra de ninguém?

Se perguntar a qualquer gestor se ele acha que a comunicação interna é muito importante para a sua empresa, 11 em cada 10 provavelmente vão dizer que sim, é muito importante.

Se em seguida se for olhar para a forma como cada uma dessas empresas de facto se comunica com os seus colaboradores, em cada 10, pelo menos nuns 9 casos a realidade estará a desmentir o gestor.