Publicidade B2B

A ira dos hoteleiros do Algarve com o cartaz de Guimarães Capital da Cultura talvez se explique pelas altas temperaturas registadas na região nas últimas semanas. Ou talvez sejam só os reflexos do costume entre tantas das corporações nacionais: o atávico horror à concorrência (mesmo que seja, como neste caso, só a brincar), uma grande insegurança, uma total carência de sentido de humor.

Há quem ache que pelo menos em certos casos – muitos, seguramente, na área do business-to-business – a imagem da marca não deve ser um efeito directo da comunicação de imagem, mas quase um efeito secundário da comunicação de vendas. E que esta deveria recorrer, mais do que à publicidade, a ferramentas mais mensuráveis, ainda que menos glamourosas – caso do marketing directo. Bill Fryer, no artigo abaixo, explica as razões.

Drayton Bird sobre o estranho processo que governa a selecção de agências. Pelos vistos não é só em Portugal.

Dois spots da HP para PME causam uma impressão bastante diferente. Será da criatividade ou pelo facto de só um deles ter uma mensagem focada e um benefício claro?

Um tipo de comunicação 100% imagem, como neste spot da HP, sem nenhum estímulo directo à acção, sem nenhum mecanismo de resposta que permita controlar – para depois melhorar – a sua eficácia, seguramente não me parece a melhor escolha entre as muitas formas de abordar uma audiência empresarial.


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Jayme Kopke

Jayme Kopke

Bruna Gil Bruna Gil

 

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