Marketing B2B

Para os marketers B2B que ainda estão a tentar quantificar os benefícios potenciais do marketing nas redes sociais, segue um pequeno apanhado das estatísticas relacionadas ao assunto publicadas na pesquisa Best Social Media Stats, Facts and Marketing Research of 2010:

Cada vez mais decisores corporativos andam atrelados ao telemóvel a realizar as mais variadas actividades – que já não desempenham tanto no portátil. As empresas têm espaço de sobra para explorarem isto.

Garantir uma boa taxa de abertura para os seus emails não serve só para divulgar os seus serviços ou vender coisas. Também pode servir para ajudar o Manuel.

mobile marketing nasceu no mercado B2C, mas está rapidamente a estabelecer-se como uma maneira eficaz de comunicar com o mercado corporativo, graças aos facto de que cada vez mais executivos andarem com smartphones no bolso.

Para as empresas que estão a considerar se aventurar no mobile email marketing, o blog da Marketo publicou algumas dicas.

A comunicação B2B não existe. Que eu saiba, até hoje ninguém conseguiu comunicar rigorosamente nada a uma empresa, pela simples razão de que as empresas não têm olhos para ler, nem ouvidos para ouvir, nem cérebro para interpretar.

Um briefing nada mais é do que o resumo de uma estratégia. E uma estratégia pressupõe uma ideia. Se não há uma ideia não há nenhum briefing a ser passado. Pode haver um pedido, uma encomenda, uma batata quente, um anúncio para entregar amanhã às nove, mas briefing não há.

Há quem diga que o marketing tem 2 funções. Conquistar clientes. E mantê-los. Por isso, aqui vão 10 sugestões, ou reflexões, ou princípios, como introdução ao vasto assunto da fidelização de clientes.

Confira acima um interessante debate sobre a mudança na maneira como nos comunicamos com os decisores empresariais, e o papel das novas tecnologias neste novo cenário.

Os autores do livro Made To Stick, o clássico instantâneo sobre a comunicação de ideias que foi editado em português pela Presença, acabam de lançar um novo bestseller: Switch – how to change things when change is hard. Os insights da obra são preciosos para quem quer mudar alguma coisa, na vida ou nas organizações.

A Hamlet há uns dias pediu a um fornecedor a segunda via de uma factura. Quando ficou pronta, ligaram-nos a pedir que mandássemos lá alguém, porque se enviassem pelo correio corria o risco de se extraviar. Adivinhe o nome do fornecedor? CTT! É claro que mandámos imediatamente o estafeta. Se eles não confiam no serviço, [...]


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Jayme Kopke

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Rui Lourenço Rui Lourenço

 

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