Marketing directo

Nas suas famosas Confissões, David Ogilvy relata com orgulho a sua experiência de vendedor porta a porta, sem a qual, diz ele, não teria sido o publicitário que foi. Não creio que em todos os casos seja indispensável ir tão longe, mas um mínimo de noções sobre o comportamento do consumidor ou do cliente, sobre [...]

Nas discussões sobre a eficácia da publicidade, lá para o fim dos anos 90 anos o pessoal do marketing directo começou a martelar na tecla de uma (desculpem o termo) mudança de paradigma. Teríamos passado da Era da Interrupção para a Era da Permissão. A interrupção dos programas de TV, da leitura de jornais e [...]

Há quem ache que pelo menos em certos casos – muitos, seguramente, na área do business-to-business – a imagem da marca não deve ser um efeito directo da comunicação de imagem, mas quase um efeito secundário da comunicação de vendas. E que esta deveria recorrer, mais do que à publicidade, a ferramentas mais mensuráveis, ainda que menos glamourosas – caso do marketing directo. Bill Fryer, no artigo abaixo, explica as razões.

A mais básica das técnicas de avaliação prévia de uma acção de comunicação é o “split test”. É simples: pega-se numa pequena parte do universo que se quer atingir e testam-se duas variantes da mensagem a enviar. Comparam-se os resultados. Se a amostra for significativa, a partir daí pode-se prever com bastante precisão o que vai acontecer com a audiência total. Pega-se então na variante que funcionou melhor e é essa que deve ser usada.

Jorge Castanheira, da Wunderman, conta ao Meios e Publicidade o que viu como jurado do Lions Direct. Faz alguns comentários interessantes.


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Jayme Kopke

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