Tenho uma confissão a lhe fazer: a Hamlet tem sido culpada de promover um mal entendido.

Andamos para aí a espalhar aos quatro ventos que somos especialistas em comunicação business to business, ou seja, de uma empresa para outra. Ou de uma empresa para si própria, no caso da comunicação interna.

Acontece que a comunicação B2B não existe. Que eu saiba, até hoje ninguém conseguiu comunicar rigorosamente nada a uma empresa, pela simples razão de que as empresas não têm olhos para ler, nem ouvidos para ouvir, nem cérebro para interpretar.

Empresas são abstracções. O que é concreto, e nós na Hamlet fazemos acontecer todos os dias, é a comunicação com pessoas dentro das empresas. E pessoas são bichos dotados não apenas de  olhos, ouvidos e cérebro, mas também daquilo que antigamente se chamava de “coração”. São (somos, não é verdade?) seres emocionais.

Vai daí, a comunicação B2B, ao contrário do estereótipo que a associa a argumentos sempre muito racionais, tem que saber puxar pela emoção. Como neste projecto desenvolvido pela Hamlet para a ANA Aeroportos de Portugal.

 

Jayme Kopke

da Hamlet

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